O Município

Dados do município/localização

Aniversário: 23 de março de 1835
Fundação: 19/04/1680
Gentílico: Apodiense
Unidade Federatíva: Rio Grande do Norte
Mesoregião: Oeste Potiguar
Microregião: Chapada do Apodi
Distância para a capital: 342,00

Dados de características geográficas

Área: 1.602.479,00
População: 36257
Densidade: 2.441,00
Altitude: 67
Clima: semiárido
Fuso Horário: UTC
Origem do nome Apodi

Apodi é palavra de origem indígena. Segundo os historiadores do assunto significa coisa firme. Altura unida, um planalto, uma chapada. Seria a Chapada do Apodi à qual os índios davam esta denominação? É provável que sim. A versão acima é do grande historiador Câmara Cascudo, a maior autoridade nos nossos assuntos históricos.


A fundação do Apodi

Pelos seus dados biográficos, encontrados nos documentos históricos em nosso poder, não completara Manoel Nogueira Ferreira 25 anos de idade, quando pisou pela primeira vez o solo da antiga Podi, em 1680. Não encontrando maiores dificuldades, inicialmente, para conquistar os indígenas aqui estabelecidos, é de supor que fosse um bom conhecedor dos seus costumes e hábitos, pois isto facilitava a aproximação com os índios.

Tempos depois, por razões na frente relatadas, surgiu forte incompatibilidade entre colonizadores e nativos, de graves conseqüências, resultando na morte de Baltazar Nogueira, irmão de Manoel, em luta travada nas proximidades da lagoa Apanha Peixe, com os índios paiacus.

A cobiça dos irmãos Nogueira, pela terra que acabavam de descobrir e que logo reconheceram ser de excelente qualidade, com possibilidade de fazê-los progredir na exploração da agricultura e da pecuária, da caça e da pesca, deve-lhes ter despertado a idéia de afastar, o quanto antes, os primitivos moradores que aqui encontraram. Este era, de modo geral, o pensamento dos colonizadores da época, egressos de “bandeiras’ e “entradas”, muitas vezes, e, como sempre, impiedosos depredadores das comunidades indígenas.

Assim, a velha aldeia da ribeira do Apodi tinha que sofrer, também, com a presença do elemento civilizado que acabara de aportar na terra apodiense. A quietude da paisagem nativa, a paz e a tranqüilidade da família
tribal aqui radicada, passaram a ser abaladas a partir daquele momento.

Naquele tempo, a penetração do homem numa região desconhecida, hostil, exposto a perigos de toda ordem, exigia do desbravador, qualidades indispensáveis à conquista dos objetivos visados. Ser forte, corajoso e adaptado ao ambiente, eram condições necessárias para suportar as longas e duras caminhadas, de milhares de quilômetros, através de matas, rios e serras, onde as doenças, o índio bravio e as feras, eram uma ameaça permanente a esse tipo de aventura.

Foi justamente enfrentando tudo isto, desafiando todos aqueles obstáculos, que o jovem Manoel Nogueira veio esbarrar, numa de suas penetrações por regiões nordestinas, nas margens da Lagoa Itaú, que significa “pedra preta”. Com o correr dos tempos, passou a se chamar lagoa Apodi.

Tornara-se Manoel Nogueira Ferreira um dos primeiros desbravadores da região oestana do Rio Grande do Norte, penetrando pelo sul da província, procedente da Paraíba, para implantar os fundamentos iniciais da nossa economia agrícola e pastoril. Fazendo roçados, plantando, criando gado, abrindo estradas, construindo e implantando as primeiras vias de comunicação. Fundava-se Apodi.

A criação do Distrito data de 1766. O Município, criou-o, com território desmembrado de Portalegre, a Resolução do Conselho do Governo da Província, de
11 de abril de 1833, confirmada pela Lei provincial n.° 18, de 23 de março de 1835. Apodi obteve foros de Cidade pela Lei provincial n.° 988, de 5 de março
de 1887. É sede de Comarca, com 2 termos: Apodi e Itaú.

Histórico da formação administrativa de Apodi

Distrito criado com a denominação de Apodi, 1766.

Elevado à categoria de vila com a denominação de Apodi, pela Resolução do Conselho do Governo de 11-04-1833, confirmada pela lei provincial nº 18, de 23-03-1835, desmembrado de Portalegre.

Elevado à condição de cidade e sede municipal com a denominação de Apodi, pela lei provincial nº 988, de 05-03-1887.

Pela lei municipal de 09-01-1911, é criado o distrito de Itaú e anexado ao município de Apodi.
Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o município é constituído de 2 distritos: Apodi e Itaú. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 1-VII-1950.

Pela lei estadual nº 1026, 11-12-1953, desmembra do município de Apodi o distrito de Itaú. Elevado à categoria de município.

Pelo Acórdão do Superior Tribunal Federal, de 13-09-1954, representação nº 217, o município adquiriu as terras do extinto município de Felipe Guerra, como simples povoado.

Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído do distrito sede.

Pela lei estadual nº 2926, de 18-09-1963, o povoado de Felipe Guerra é elevado à categoria de município. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído do distrito sede. Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.


Sem informações até o momento

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Hino de Apodi

Letra e Música: José Martins de Vasconselos.

Nestas plagas de campos ardentes
Onde o sol tem mais brilho e calor,
Vive um povo de heróis e valentes
Que não temem da vida o labor

Salve terra querida e pujante,
Salve filha do vasto sertão.
Que o progresso te cinja e levante
na vanguarda da grande nação!

Apodi, Apodi, pátria amada
Como é lindo o luar que a prateia,
E a gigante lagoa adornada
De verduras que a margem rodeia
Salve terra querida e pujante...

Itaú teu herói legendário,
vibra em nós como um eco acordando
A ternura sem par de um erário
de mil glórias que vamos herdando.
Salve terra querida e pujante...

Nestas plagas, sem fim onde altiva
A viril carnaúba se alteia
medra o gênio da raça nativa
que o passado sem mancha pompeia!
Salve terra querida e pujante...

Brasão do Município

O Brasão do Município foi oficializado com uma configuração oval e está graficamente representado lateralmente por dois arcos verticais.
Ao centro, encontram-se duas flechas em formato de cruz, bem como uma lança em posição vertical, com a ponta para baixo, indicada para a faixa amarela, passando pelo centro da cruz, que traz um pergaminho com os seguintes escritos: Poty, Pody e Apodi.
O pergaminho, as hastes das flechas e os arcos caracterizam-se pela cor amarela. Os penachos da flecha, pelo verde. A lança, as cordas dos arcos, os nomes, os contornos das armas, do pergaminho, e das mãos, pelo preto. As cores utilizadas são as mesmas das indumentárias indígenas. O verde, o amarelo e o branco simbolizam as cores da Bandeira Nacional.
Os instrumentos representam os índios, antigos habitantes que dominavam a região. A cruz representa a presença dos jesuítas na catequese dos habitantes primitivos e no desenvolvimento econômico e sociocultural do município. O papel em forma de pergaminho registra a concessão de sesmarias feita aos irmãos Manoel Nogueira Ferreira e João Nogueira. Na parte inferior do Brasão, as mãos entrelaças representam o esforço simultâneo do irmãos Nogueira, povoadores da região.

Bandeira do Município

A Bandeira do Município tem como característica um retângulo dividido em três faixas verticais nas cores verde (junto ao mastro) branca e amarela, todas de igual largura, com o Brasão do Município ao centro.

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